Querer, verbo complicado
Refém da ideia fugaz
De que querer é tão fácil
Como olhar para trás.
Mas quem olha para trás,
Acorrenta a sua vontade
Deixa a réstia de esperança
Nas mãos da rufia bondade.
Almejo no olhar à frente,
Desfaço-me do "Quem Me Quis"
Rego a semente do futuro
E puff, eis o final (meio) feliz.
terça-feira, 24 de março de 2020
domingo, 15 de março de 2020
Até podia ser um poema feliz
Até podia ser um poema feliz
Mas não quero que o seja.
Quero antes pairar na tristeza
Afogar as palavras no que é cicatriz
No silêncio de outras emoções
Eis que me sossegou a tristeza
Âncora do meu ego, oh
Esse ego que tarda a surgir
Não me falem de felicidade
Maldita criadora de ilusões
Que tanta vez me traiu
E me imergiu em raiva
Prefiro escrever nessa imersão
Aí, gravita a última lágrima
E praguejo com a certeza
De que felicidade é des(ilusão).
Mas não quero que o seja.
Quero antes pairar na tristeza
Afogar as palavras no que é cicatriz
No silêncio de outras emoções
Eis que me sossegou a tristeza
Âncora do meu ego, oh
Esse ego que tarda a surgir
Não me falem de felicidade
Maldita criadora de ilusões
Que tanta vez me traiu
E me imergiu em raiva
Prefiro escrever nessa imersão
Aí, gravita a última lágrima
E praguejo com a certeza
De que felicidade é des(ilusão).
quinta-feira, 5 de março de 2020
Grito quando escrevo
Grito quando escrevo
Porque se falo
Importuno a magia
De palavras inocentes
Desajeitado e moribundo,
Dou-lhes a difícil tarefa
De carregar sentimentos
Que os lábios arruinam
Mas de caneta na mão,
Calejo emoções no papel
Enquanto, ansiosamente,
A boca me falha..
Porque se falo
Importuno a magia
De palavras inocentes
Desajeitado e moribundo,
Dou-lhes a difícil tarefa
De carregar sentimentos
Que os lábios arruinam
Mas de caneta na mão,
Calejo emoções no papel
Enquanto, ansiosamente,
A boca me falha..
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